"Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o".

Buda



Reflexão da Semana

A vida só pode ser entendida olhando-se para trás. Mas só pode ser vivida olhando-se para frente.

S. Kierkegaard

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

REFLITA

Você sabe por quê o mar é tão grande? Tão imenso? Tão poderoso?

É porque foi humilde o bastante para colocar-se alguns centímetros abaixo de todos os rios.

Sabendo receber, tornou-se grande. Se quisesse ser o primeiro, se quisesse ficar acima de todos os rios, não seria mar, seria uma ilha. E certamente estaria isolado.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

14º Degrau

Ter olhos de criança

Os questionamentos a que algumas pessoas se impõem, não são desconfianças nem atitudes que lembram os Fariseus, pois esses sim, apenas duvidavam, se até mesmo um milagre presenciassem. Ao contrário de Tomé, que duvidava querendo não duvidar, mas sim, querendo ver.
Não vejo as dúvidas, questionamentos e até mesmo as desconfianças como atitudes reprováveis, pois se não questionarmos nunca saberemos as respostas e consequentemente nunca a verdade nos será revelada.
A busca pela verdade, que talvez nos faça agir dessa forma. Sem dúvida, não há verdade e sem verdade não há aprendizado.
Portanto quando duvidamos de algum ensinamento ou de alguma pessoa, na verdade estamos tentando ajustar nossa visão, nossa maneira de enxergar.
Quando agimos assim colhemos somente a parte positiva de tudo que nos é apresentado e passamos não somente a enxergar, mas a ver também.
As pessoas por mais inteligentes que sejam as vezes estão cegas a uma visão maior. Lembro-me de uma história sobre o grande Mark Twain que apesar da sua grande inteligência, assim mesmo foi apanhado pela cegueira. Twain recebeu a visita de um homem que buscava investidores para sua invenção, o qual carregava debaixo de seu braço seu invento, uma engenhoca de aparência estranha. Após longa explicação a Twain sobre sua invenção este escutou a recusa por parte de Twain .Desesperado o inventor disse :
- “Mas não estou pedindo que o senhor invista uma fortuna, pode ter a participação que desejar por 500 dólares”. Ainda assim, Mark Twain sacudiu a cabeça. Não estava disposto a se arriscar em uma invenção que não fazia nenhum sentido para ele. Quando o inventor resolveu ir embora com sua máquina, o escritor o chamou:
-“Como é mesmo o seu nome?”
- “Bell”, o homem respondeu, com um traço de melancolia na voz, “Alexander Bell”.
Essa passagem expressa bem o que é enxergar e ver. Pessoas perspicazes enxergam o reino do óbvio, do esperado e do essencial. As dimensões que enxergam são compridas e largas, mas não profundas. Só conseguiremos aprofundar e consequentemente ver a verdade, quando realmente tivermos olhos de criança e assim aumentarmos nossa dimensão no universo que vivemos, pois ver e não enxergar é comum; ver e enxergar é habilidade; enxergar o que vê é inteligência,mas enxergar o que não se vê, é privilégio.
Espero um dia ser um privilegiado e ter finalmente “OLHOS DE CRIANÇA”

Ronaldo Telles Costa
21/08/2009

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

13º Degrau (retorno)

Bom, de volta ao meu blog, depois de mais de 3 meses de uma profunda assimilação e digestão das tropeçadas que dei (e continuarei dando) nos degraus da vida, e considerando a coincidência de retornar justamente no 13º degrau,( para mim um número de sorte) não poderia deixar de agradecer ao nosso Criador essa oportunidade de sentir a paz que começo a vislumbrar mesmo ainda estando longe de visar, digo visar, o topo dessa escada, se realmente ele existir.
Não tentarei mais entender o comportamento de pessoas que julgo ou julgava amigas, afinal elas não entendem que para sermos justos é preciso praticarmos atos justos, que para sermos temperantes é preciso praticarmos a temperança, não, eles simplesmente ignoram tudo, refugiam-se na teoria que aprendem , aprenderam ou tentam aprender em alguma “sociedade filosófica ou semelhante” e pensam que estão sendo filósofos e portanto, se tornaram bons dessa forma. Na verdade agem como enfermos que escutam seus médicos atentamente mas não fazem nada do que estes lhe prescrevem.
Aristóteles inclusive em seu livro “Ética a Nicômaco” no livro nº 7, trata do homem que utiliza o saber para atos nefastos e é interessante observar que encontrei durante minha vida muitas pessoas assim, seria como conhecer (utilizando a célebre frase) lobos em peles de cordeiros.
Hoje entendo melhor essas pessoas e vejo nelas uma ânsia de mostrarem-se virtuosas, de mostrarem seus conhecimentos filosóficos adquiridos em associações ou ordens filosóficas, de acharem que o conhecimento que possuem é o “ABSOLUTO” , quando na realidade não estudam não procuram e não se dão ao prazer de trilharem caminhos que seus ângulos de visão não alcançam, ou seja, o seu EU interior.
Só seremos virtuosos o dia que, estudando o nosso “Eu”, compreendermos que o “Nosso” é a essência de nossa existência aqui nesse nível que hoje vivemos.
Portanto comportamentos excessivos, que extrapolam o real comportamento de convívio em sociedade não são comportamentos de pessoas que se preocupam com o “Nosso” e sim somente com o “Eu”.
Infelizmente hoje, vejo que as pessoas providas do sentimento do “nosso” sofrem constantemente decepções com pessoas que agem com o pensamento do “eu”.Estas pessoas do “Eu” com o pretexto de estarem sempre polindo a pedra na realidade acabaram se tornando a própria pedra e como disse Voltaire, “-Para que discutir como os homens que não se rendem às verdades mais evidentes?Não são homens, são pedras.”Sendo assim a melhor solução para essa situação é o silêncio e a oração.

M.’.M.’. Ronaldo Telles Costa

sexta-feira, 3 de abril de 2009

12º Degrau

A AMIZADE E A TRAIÇÃO


Dizem que amigo é aquele que nos tira da fossa, é aquele que nem pergunta e já sai descendo a porrada no nosso oponente, é aquele em que confiamos os nossos mais secretos sentimentos.
Acredito que a vida é somente o resultado de grandes Amizades. Sem um Amigo seriamos tristes e sozinhos.
Amigo não espera o pedido de ajuda, ele já vai entrando, perguntando qual que é o problema, fazendo o que deve ser feito, tomando conta do lugar e resolvendo a parada. Amigo confia no outro. Confia-se a casa, o carro e até dinheiro.. Porque amigo de verdade, terá a cara de pau de olhar profundamente nos seus olhos e dizer... Fudeu TUDO!!!, mas vamos conseguir resolver!
Amizade é a solução e não o problema, seja ele qual for.

Mas parece que para alguns, por nunca terem tido a graça de Deus de ter um verdadeiro amigo, acham que tudo que descrevi acima é utopia, não sabem e não sentem o verdadeiro sentimento do que é ser amigo e ter um amigo.

Partindo desse princípio essa pessoa não mede suas atitudes e passa a achar que nesse mundo só temos COLEGAS E COMPANHEIROS, agindo de forma inconseqüente e fazendo pessoas sofrerem, porque essas pessoas acreditavam nela.

Penso que isso é o que chamamos de traição, porque podem cortar nosso dedos com uma lâmina de barbear, podem nos dar um choque de 220V com os pés molhados, podem prender nossos dedos na porta de um carro ou até nos dar um chute no saco, pois todas as dores descritas são muito intensas, mas não se comparam com a dor que sentimos quando somos traídos.

Seja a traição nos negócios, no relacionamento... Mas a DOR da traição de um amigo é a PIOR!

Pior porque parece que arranca alguma parte do nosso corpo. Pior, porque nos sentimos completamente vulneráveis, nos vemos com calafrios como se estivéssemos despidos em público.
Ser traído por um amigo é tão intenso, que nos faz perder o norte. Perdemos todos os referenciais... tudo perde o sentido... a coisa chega a tal ponto, que quase chegamos a desmaiar.

Ainda dentro do contexto da traição... Ela é mais intensa ainda, quando sabemos que ela foi premeditada... foi avaliada, calculada, pesada e então a faca foi cuidadosamente enterrada entre nossas vértebras de forma a matar e não nos deixar gritar.
Fico me perguntando o porque as pessoas agem dessa forma... Porque amigos traem? Como uma pessoa pode trair alguém que lhe quer bem? Alguém que está ao seu lado? Alguém com que se viveu, que trocou tantas confidências e conselhos mútuos?
Sem sentido? Não existe? Só se vê em novelas ou filmes?
Que nada... já fui esfaqueado de diversas formas e intensidades pelo menos uma dezena de vezes. Na sua maioria, todos foram planejados, avaliados, pesados e até calculados...
O que é permitido ao traído nesta ocasião?
Matar o traidor?
Pagar com a mesma moeda?
Planejar uma vingança maligna?
Reclamar?
Escrever no seu Blog?
Penso que nada... O universo se baseia na ação e reação... Não faça o que não deseja para ti...
Será que a vingança resolve? Será que conseguiremos infligir a mesma dor? A mesma humilhação? Nunca...

Uma coisa eu sei... Nunca conseguiremos a paz que tanto queremos, a paz que tanto merecemos...
Tenho somente uma certeza... Precisamos perdoar e deixar de lado a dor... Ao amigo traidor devemos apenas orar por ele, não precisamos mais tê-lo como COLEGA ou COMPANHEIRO, apenas como uma pessoa que passou em nossa vida e que não soube aproveitar do nosso sentimento sincero em relação a ele, afinal, ele nos deu a oportunidade de aprender com mais essa experiência.
Tudo é fácil... tudo é simples... Precisamos somente acreditar que em Deus tudo teremos... e que o que é nosso... Assim será!

Continuo a acreditar que amizade é o sinônimo de bons momentos....alegria....vitória, mas principalmente, quando sentimos que o mundo acabou e você, meu amigo, estava lá ao meu lado!

Caralho!!! Acredito,amizade existe SIM!!!!


Ronaldo Telles Costa 3/04/2009.




segunda-feira, 30 de março de 2009

Maçonaria

A Importância da Ética na Maçonaria – José Castellani

A abordagem de um assunto complexo exige algumas premissas, que, embora verdades inconcussas, podem ser, muitas vezes, esquecidas, em benefício de interesses pessoais de momento.

A primeira premissa esclarece que a Maçonaria é uma Fraternidade. Ora, o substantivo feminino fraternidade designa o parentesco de irmãos, o amor ao próximo, a harmonia, a boa amizade, a união ou convivência como de irmãos. Isso leva à conclusão de que, na organização designada, genericamente, como Maçonaria, ou Franco-Maçonaria, definida como uma Fraternidade, deve prevalecer a harmonia e reinar a união ou convivência como de irmãos.

A segunda premissa afirma que a Maçonaria, como uma Fraternidade, deve ser uma instituição fundamentalmente ética. O substantivo feminino ética designa a reflexão filosófica sobre a moralidade, ou seja, sobre as regras e códigos morais que orientam a conduta humana; refere-se, também, à parte da Filosofia que tem por objetivo a elaboração de um sistema de valores e o estabelecimento dos princípios normativos da conduta humana, segundo esse sistema de valores. Sendo, a Maçonaria, até pela sua definição, uma organização ética, devem ser rígidos os códigos de moral e alto o sistema de valores, que orientam a conduta entre maçons.

Todos os códigos maçônicos ressaltam a importância dos valores éticos entre maçons, ou seja, entre Irmãos. Isso está bem evidente em disposições inseridas em textos constitucionais, as quais, com pequenas variações de Obediência para Obediência, afirmam que, entre outros, são deveres do maçom:

"Reconhecer como Irmão todo maçom e prestar-lhe, em quaisquer circunstâncias, a proteção e ajuda de que necessitar, principalmente contra as injustiças de que for alvo;

Haver-se sempre com probidade, praticando o bem, a tolerância e a fraternidade humana".

E completam, destacando que:

"Não são permitidas polêmicas de caráter pessoal nem ataques prejudiciais à reputação de Irmãos, nem se admite o anonimato".

A ética, todavia, não fica restrita apenas às relações entre maçons, mas, também,, às destes com as Obediências que os acolhem, principalmente nas referências a estas, ou aos seus dirigentes, em textos escritos. Isso está bem caracterizado no dispositivo legal, que admite ser direito do maçom:

"Publicar artigos, livros, ou periódicos que não violem o sigilo maçônico nem prejudiquem o bom conceito da (do) Grande Loja (Grande Oriente)".

A par, entretanto, dessa ética de caráter interno, há aquela reconhecida em todos os meios sociais e que considera atentatórias às regras e códigos morais das sociedades ditas civilizadas, atitudes como:

1. Divulgar denúncia de fatos, sem a necessária comprovação, o que envolve difamação e calúnia;

2. Difamar e atacar pessoas, em conversas e em reuniões, sem a presença dos atingidos pelos ataques;

3. Divulgar, por qualquer veículo, o texto de cartas particulares e, portanto, confidenciais;

4. Atacar pessoas e instituições, sem lhes dar o direito de resposta no mesmo veículo e no mesmo local em que foi publicado o ataque (e esse é um direito garantido por lei);

5. Ter conhecimento de que alguém está incorrendo em atitudes antiéticas, como as citadas, e nada fazer, ou, o que é pior, ajudar a incrementá-las;

6. Aproveitar uma situação de inimputabilidade penal --- por qualquer motivo, inclusive senilidade --- para produzir ataques, difamações e injúrias contra pessoas e/ou instituições.

Atitudes antiéticas, como essas citadas, ocorrem todos os dias, na sociedade atual, principalmente em épocas de campanha eleitoral, de crises econômicas, de tumulto social; ocorrem, também, nos meios onde a intriga e os mexericos fazem parte do ofício e trazem dividendos financeiros, como é o caso das "colunas sociais" e da mídia especializada em futricas de rádio, televisão e teatro. É claro que ocorrem! A sociedade atual, graças ao esgarçamento de sua estrutura familiar e ao avanço avassalador da amoralidade, é, hoje, altamente antiética : a solidariedade é moeda em baixa; o respeito às demais pessoas é praticamente inexistente; o acatamento da lei e da ordem vai escorrendo pelo ralo; a deslealdade, no sentido de auferir vantagens, vai de vento em popa; quem está por cima, pisa na cara de quem está por baixo; e quem está por baixo tenta puxar o tapete de quem está por cima.

A Maçonaria, contudo, deveria dar o exemplo de moral e de ética. Afinal de contas, ela afirma, em todas as suas Cartas Magnas, que:

"Pugna pelo aperfeiçoamento moral, intelectual e social da humanidade, por meio do cumprimento inflexível do dever, da prática desinteressada da beneficência e da investigação constante da verdade. (...) Proclama que os homens são livres e iguais em direitos e que a tolerância constitui o princípio cardeal nas relações humanas, para que sejam respeitadas as convicções e a dignidade de cada um".

Nem sempre, porém, isso acontece. A Instituição maçônica, doutrinariamente, é perfeita, mas os homens são apenas perfectíveis. Procuram se aperfeiçoar, mas muitos nem sempre conseguem o seu intento, mesmo depois de muitos e muitos anos de vida templária, persistindo nas atitudes aéticas e antiéticas, que lhes embotam o espírito e assolam o ideal de solidariedade, de moral e de respeito à dignidade humana.

11º Degrau

Para aqueles que pretendem, realmente, se aperfeiçoar, valem os conselhos contidos numa mensagem encontrada na antiga igreja de Saint Paul, em Baltimore, datada de 1692.

"Vá plácido entre o barulho e a pressa lembre-se da paz que pode haver no silêncio. Tanto quanto possível, sem capitular, esteja de bem com todas as pessoas. Fale a sua verdade, clara e calmamente; e escute os outros, mesmo os estúpidos e ignorantes, pois também eles têm a sua história. Evite pessoas barulhentas e agressivas. Elas são tormento para o espírito. Se você se comparar a outros, pode se tornar vaidoso e amargo, porque sempre haverá pessoas superiores e inferiores a você. Desfrute suas conquistas, assim como seus planos. Mantenha-se interessado em sua própria carreira, ainda que humilde; é o que realmente se possui, na sorte incerta dos tempos. Exercite a cautela nos negócios, porque o mundo é cheio de artifícios. Mas não deixe que isso o torne cego à virtude que existe; muitas pessoas lutam por altos ideais e, por toda parte, a vida é cheia de heroísmo. Seja você mesmo. Principalmente, não finja afeição, nem seja cínico sobre o amor, porque, em face de toda aridez e desencanto, ele é perene como a grama. Aceite, gentilmente, o conselho dos anos, renunciando, com benevolência, às coisas sa juventude. Cultive a força do espírito, para proteger-se, num infortúnio inesperado.

Mas não se desgaste com temores imaginários. Muitos medos nascem da fadiga e da solidão. Acima de uma benéfica disciplina, seja bondoso consigo mesmo. Você é filho do Universo; não menos que as árvores e as estrelas, você tem o direito de estar aqui. E que seja claro, ou não, para você, sem dúvida o Universo se desenrola como deveria. Portanto, esteja em paz com Deus, qualquer que seja a sua forma de conhecê-lo, e, sejam quais forem sua lida e suas aspirações, na barulhenta confusão da vida, mantenha-se em paz com sua alma. Com todos os enganos, penas e sonhos desfeitos, este ainda é um mundo maravilhoso. Esteja atento"!

segunda-feira, 23 de março de 2009

10º Degrau

A HUMILDADE

Tenho pensado muito sobre essa palavra, esse sentimento, essa virtude ou será este estado de espírito?
Nós procuramos entender e compreender a nossa existência. Usamos de superioridade, primazia e fazemo-nos valer.Mas se usarmos esses impulsos naturais vinculados a ordenação da razão, isso se chamará humildade.Ou seja: “Ser humilde é avaliar-se da maneira que corresponde a realidade”.
Já ouvi pessoas dizerem que o simples fato de uma pessoa pedir desculpas a um inimigo seria um gesto de humildade.Será que a humildade é a atitude do homem para com o homem e principalmente uma atitude de humilhação voluntária e recíproca?
São Tomás de Aquino levantou a questão da atitude de humildade dos homens para com os homens, e respondeu da seguinte maneira: “Observa-se nos homens uma dupla realidade: aquilo que é de Deus, e aquilo que é do homem... A humildade, no entanto, no sentido mais próprio, é a reverência do homem submetido a Deus. É por isso que o homem, olhando para aquilo que lhe é próprio, tem que submeter-se ao seu próximo, olhando para aquilo que esse tem de Deus em si. Mas a humildade não exige que alguém submeta aquilo que nele há de Deus, àquilo que parece haver de Deus no próximo. Do mesmo modo, a humildade não exige que alguém submeta aquilo que tem em si próprio, ao que nos outros é próprio dos homens.
Baseado nesses princípios vejo que realmente a humildade é um estado de espírito, uma pessoa realmente humilde não precisa ser aparentemente reconhecida , nem declarada ou julgada humilde.Ela simplesmente o é.
Sendo assim, será que somos capazes de julgarmos se uma pessoa é humilde ou não?Vou mais longe, será que podemos pelo menos achar se ela é ou não humilde?Se temos em nós o princípio Deus, com certeza não somos capazes de julgar pois somente a essa pessoa é dada essa possibilidade, pois ela sabe o quanto tem de Deus em si e mais ninguém.
Portanto, acho que devemos pensar muito bem quando julgamos que fulano ou sicrano é ou não humilde. Será que possuímos realmente a reverência a Deus dentro de nós ao fazermos um julgamento desses?Será que ele precisa se submeter a nós quando na verdade não temos Deus dentro de nós?Isso é um estado de espírito dele e portanto fica ai a pergunta.E você? És humilde?
Ronaldo Telles Costa

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

"Exemplo de vida" Conheça esse HOMEM.


Christopher Gardner

Visite o site e conheça o verdadeiro sentimento de fé, persistência e felicidade que esse homem vivenciou.Vá a uma locadora e pegue o filme "À PROCURA DA FELICIDADE" com o ator Will Smith e aprenda que tudo na vida é um ciclo e que dependendo de nossa determinação poderemos mantê-lo tanto positivo como negativo por toda nossas vidas.Só depende de nós.

site oficial dele: http://www.chrisgardnermedia.com
site wikipedia falando sobre ele: http://pt.wikipedia.org/wiki/Chris_Gardner
Revista Istoé : http://www.terra.com.br/istoe/1943/economia/1943_mendigo_milionario.htm

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

9º Degrau

Imaginem a vida como um jogo, no qual vocês fazem malabarismo com cinco bolas que lançam ao ar.
Essas bolas são:
* O Trabalho
* A Famí­lia
* A Saúde
* Os Amigos
* O Espí­rito
O trabalho é uma bola de borracha. Se cair, bate no chão e pula para cima.
Mas as quatro outras são de vidro. Se caí­rem no chão, quebrarão e ficarão permanentemente danificadas.
Entendam isso e busquem o equilí­brio na vida. Como?
* Não diminuam seu próprio valor, comparando-se com outras pessoas. Somos todos diferentes. Cada um de nós é um ser especial.
* Não fixem seus objetivos com base no que os outros acham importante. Só vocês estão em condições de escolher o que é melhor para vocês próprios.
* Dêem valor e respeitem as coisas mais queridas aos seus corações. Apeguem-se a elas como a própria vida. Sem elas a vida carece de sentido.
* Não deixem que a vida escorra entre os dedos por viverem no passado ou no futuro. Se viverem um dia de cada vez, viverão todos os dias de suas vidas.
* Não desistam quando ainda são capazes de um esforço a mais.
* Nada termina até o momento em que se deixa de tentar.
* Não temam admitir que não são perfeitos.
* Não temam enfrentar riscos. É correndo riscos que aprendemos a ser valentes.
* Não excluam o amor de suas vidas dizendo que não se pode encontrá-lo. A melhor forma de receber amor é dá-lo. A forma mais rápida de ficar sem amor é apegar-se demasiado a si próprio. A melhor forma de manter o amor é dar-lhe asas. Corra atrás de seu amor, Ainda dá tempo!
* Não corram tanto pela vida a ponto de esquecerem onde estiveram e para onde vão.
* Não tenham medo de aprender. O conhecimento é leve. É um tesouro que se carrega facilmente.
* Não usem imprudentemente o tempo ou as palavras. Não se podem recuperar. A vida não é uma corrida, mas sim uma viagem que deve ser desfrutada a cada passo.

Lembrem-se: Ontem é historia. Amanhã é mistério e Hoje é uma dádiva. Por
isso se chama “presente”.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Isso é família, isso é irmão de verdade

Reynaldo disse...(meu irmão)

Conheci o Ronaldo há muitos anos. Éramos crianças.
A vida nos proporcionou muitos encontros ( e desencontros...)
Acreditamos no Papai Noel juntos e - que pena - quase na mesma época, nossa melhor
ilusão foi desfeita.

Os anos se passaram e, com o tempo, vieram as reflexões.

Hoje me peguei chorando secretamente. E me perguntei o porquê.
Seria saudade? Tristeza? Decepção?

Um artigo em um jornal também falava o mesmo. Lembranças...

E então me veio um sentimento, uma voz que perguntava: porque tristeza, se as lembranças são
tão alegres? Recordar não é o mesmo que viver?
E decidi viver de novo!

Sim, o Natal é tempo de reflexão. E também é tempo de reconstrução!
Talvez eu seja como o passarinho que tenta apagar o incêndio com pingos d'água.
Mas é certo que coisa grandes têm origem em pequenos porém perseverantes passos.

Decidi viver de novo! Porque tudo que Deus faz é bom!

Não importa quão distante estamos dos nossos entes queridos.
Natal é Natal; e é só isto que conta.
E vamos chorar, sim, e muito ! Há milhares de quilômetros uns dos outros.
Mas, afinal, também choramos quando estamos juntos num abraço apertado na Noite de Natal.
E é nesta hora que o Papai Noel chega. Por mais dúvidas que tivéssemos naqueles
longínquos dias em que ficávaomos olhando o céu esperando o trenó, de repente, lá estavam
os presentes.

Decidi ver de novo! PAPAI NOEL EXISTE!
Hoje ele vai me trazer presentes, tenho certeza!

Eu pedi a ele a certeza de que no ano que vem eu e meu amigos realizarmos grandes sonhos.
Estar juntos no próximo Natal, nos encontrarmos mais, enfim, sermos felizes juntos!

Vou parar por aqui. Vou para a minha janela. Acho que vi algo vermelho passando.
Com certeza é ele!

Feliz Natal a todos!


Reynaldo Telles (irmão do Ronaldo)